A vaidade

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Em Eclesiastes no capítulo 1 versículo 2, vemos assim: “Vaidade das vaidades, diz o Eclesiastes, vaidade das vaidades! Tudo é vaidade.”

Hoje gostaria de falar sobre a vaidade, mas a maior motivação é uma meditação, ou uma afirmação que me chamou muito a atenção e que fala de como vemos as coisas.
E diz assim: Vemos as coisas a nossa volta sim, mas o mais interessante é que diante de um convite, ou diante de algo que vamos fazer nos vemos fazendo aquilo. Então mais do que enxergar as coisas nós nos enxergamos naquilo, ou naquela situação, e isto é bom!

Graças a isto, diante de um convite para algo ruim, ou perigoso recusamos!

O problema começa quando não nos aceitamos em situações simples, ou que não tenhamos destaque! E isso sim é ruim! Ainda mais quando deixamos de lado realizar o necessário para buscar o que convém para a nossa melhor imagem!

Dependendo da forma que encaramos isso, podemos querer parar o que fazemos para não sermos vaidosos, mas este também não é caminho!

O caminho é o conhecimento real de quem somos, e do nosso chamado, e estar sempre disposto a fazer o nosso melhor! O primeiro chamado nosso é a busca da santidade! O segundo é fazer tudo com amor e assim não seremos surpreendidos, e se isso fizer alguém querer nos elevar, que lembremos que o que fazemos sempre terá alguém que possa fazer o que fazemos e fazer melhor, e que o importante foi ter feito o que gosta, o que era para o bem do próximo, o que não poderíamos deixar de lado, e que pudemos ser útil, pois a beleza está em servir e não em ser servido!

Agora, por vaidade querer se destacar? Querer ser lembrado para se sentir mais importante? Isso não leva a nada! Não produz fruto, não compensa o esforço! Que nós nos esforcemos por aquilo que dá fruto, por aquilo que permanece, promovamos o amor e não a nós mesmos!

Abraços!