O difícil as vezes é a constância

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Hoje gostaria de partilhar com você sobre algo que venho observando há algum tempo, o fato de coisas básicas tenderem a ficarem mal feitas. Muitas vezes queremos fazer novas coisas e deixamos coisas simples ou essenciais, mal feitas, ou sem fazer. Um exemplo é querer fazer alguma atividade social, e não fazermos bem nossos compromissos com a família. Outro exemplo é sempre começar novas coisas sem terminar nada. Sempre ficam coisas começadas e por fazer. Quantas vezes atitudes assim, nos fazem ficar alheios ao que importa, por causa da busca de novas coisas, ou reconhecimento de pessoas que fazem parte do nosso trabalho ou círculo de amizade, deixamos de dar a atenção necessária para nossos filhos. Começamos um curso de língua estrangeira, ai queremos aprender um instrumento e nessa vontade não terminamos o primeiro curso.
Precisamos ter constância, precisamos controlar nossas vontades, parar um pouco e rever o que já temos feito hoje e quem temos hoje, e dar o devido valor à eles primeiro e digo isso falando primeiro nas pessoas que fazem parte na nossa vida, especialmente a família. Não queira sonhar com uma casa nova e continuar deixando a cozinha da sua casa por lavar, cuide bem da casa que mora agora, para saber valorizar e cuidar bem da nova casa que terá, senão quando a tiver e passar toda aquela emoção da nova casa, as coisas começarão a ficar bagunçadas e desejará novamente uma casa nova.

O difícil muitas vezes não é conseguir novas coisas, mas ter a constância com aquilo que já faz parte de nossa vida.

Um abraço a todos!

A força da evangelização das crianças

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Mesmo com o pouco contato que tenho com a evangelização das crianças, venho partilhar o quanto é importante a evangelização e a educação das crianças.
Quanto mais informações, e não digo em volume, mas em qualidade, as crianças tiverem daquilo que é bom, saudável, digno de fé, mais ela se alicerça para a vida.
Tenho em minha memória, momentos na catequese onde aprendi muitas coisas, mas especialmente em casa onde conheci sobre os mandamentos através de quadros de pintores famosos, lembro da minha primeira comunhão onde na primeira confissão o nosso pároco fez um círculo com todos nós e ia fazer perguntas naquele dia, mas além disso nos ensinou com uma historinha sobre arrependimento, assisti vídeos da vida de José do Egito com minha turma de Crisma e vi o nosso pároco colocando nossa turma de catequese para organizar e limpar a igreja.
São coisas da minha infância, no seio da vivência de uma catequese e a seriedade desta etapa de meus familiares, talvez bem diferente de hoje, mas o que me leva a partilhar é que se passei por isso é porque tive sorte.
Mas hoje o meu papel e o seu como, pai, catequista, ou ministeriado para crianças, é … lembrar que seu esforço de hoje é o que pode fazer a diferença na construção do seu filho, seu catequisando ou sua criança de grupinho.

E levar a criança a dizer no futuro, eu tive sorte de ter vivido tudo isso e sentir meus pés alicerçados no chão.

Abraços!